Mensagem Abril/2010
DECISÃO é Escolha, as consequências são frutos das ESCOLHAS.
Filhos(as): Pax et Bonum!
Experimentemos neste mês o sabor de ter atravessado o deserto e conquistado a terra prometida. Partilhando os desafios e as conquistas alcançados no caminho. Celebrando com muita alegria a Páscoa do Senhor que nos trouxe a vida nova, fez uma aliança eterna. Proclamemos com ousadia: Gesù è risorto, alleluia amen! (Jesus Ressuscitou, amém aleluia!), para glória de Deus Pai.
Fazendo memória das mensagens de fevereiro (Fechando os muros) e março (Fechando as portas) aonde vimos que não basta apenas reconstruir os muros, tem-se que fechar as portas e colocar-lhes trancas numa atitude de constante vigilância, queremos neste mês transbordar de alegria pela vitória da vida sobre a morte, ela a morte, não tem mais a última palavra. Cristo vive é o Senhor! Feliz Páscoa.
Cordeiro de Deus
Nos capítulos 12 e 13 do livro de Êxodo, Deus ordena a instituição da primeira Páscoa. Os Israelitas estavam no Egito, escravizados por faraó. Deus tinha um plano para libertá-los. Por isso, instruiu a Moisés para que todo o povo se reunisse na noite em que o anjo da morte haveria de passar pelo Egito, ceifando a vida de todo primogênito. Essa seria a 10ª praga, (Exo 11, 1-10).
A morte não alcançaria Israel, porém, precisariam cumprir as ordens Divinas: Toda família israelita, deveria matar um cordeiro, imaculado e pôr o sangue nas ombreiras e nas vergas das portas. O sangue do cordeiro era garantia de vida. E assim, protegidos em suas casas, marcadas com sangue, a morte "passaria por cima" deles. É isso que a palavra Páscoa significa: "Passar por cima, passagem".
“O sangue sobre as casas em que habitais vos servirá de sinal (de proteção): vendo o sangue, passarei adiante (por cima) e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando eu ferir o Egito” (Exo 12,13).
Na noite em que morreram os primogênitos, houve salvação, libertação para Moisés e seu povo. A Páscoa, portanto, passou a ser sinônimo de nova vida.
Cerca de 1500 anos mais tarde, a Páscoa teria uma comemoração diferente, porém, com o mesmo significado. Deus providencia um Cordeiro, sem mácula, sem pecado, para ser sacrificado em favor de toda humanidade. Àqueles que estivessem sob a cobertura do sangue do Cordeiro, não provariam da morte e do fogo eterno.
O Cordeiro É Jesus Cristo. Ele foi sacrificado na mesma semana em que todo Israel comemorava a Páscoa - 14º dia do mês de Nisã - Ele representa o sacrifício eterno e definitivo que libertaria o homem do "Egito" (morte eterna, pecado) e do jugo pesado de "Faraó" (Satanás e seus demônios).
“Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia” (Heb 10, 9).
“Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus” (Heb 10, 12).
A segunda Páscoa, portanto, estabelece uma nova aliança, em que a vida eterna é concedida aos que crêem no "Cordeiro Pascal" e em seu sacrifício eterno que, ali, na cruz, purificou o homem de todo o pecado.
"No dia seguinte, João viu Jesus que vinha a ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).
Jesus É a Páscoa. Seu sangue garantiu-nos perdão, libertação. A morte "passa por cima" daqueles que deixam o senhorio de "faraó" e rumam à terra prometida tendo Cristo Jesus como Senhor.
“Combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Aqueles que estão com Ele são os chamados, os escolhidos, os fiéis” (Apo 17, 14).
A partir do acontecimento da Páscoa em nossa vida apressemos a vinda Gloriosa do Messias que está assentado à direita do Pai, onde Ele “traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores! (Apo 19, 16).
A Páscoa só acontecerá em nossa vida na medida em que obedecermos à ordem do Senhor (o povo de Deus no Egito foi obediente e deixou a marca do sangue do cordeiro em sua porta, não foi atingido pela morte), assim, colocando-nos diante da misericordiosa bondade do Senhor, deixando ser lavado pelo Seu sangue Redentor continuemo-nos na FENDA DA ROCHA.
Só herdará a terra prometida àqueles que não desistirem enquanto estiverem no deserto. Mas superando a aridez por ele imposta, confiarem naqueles guias o Senhor colocou-os para conduzi-los.
É preciso resistir a toda tentação que o caminho impõe. Renunciar o que pode servir de desvio desse caminho, dizer não a tudo quanto faz-nos afastar da terra prometida.
DECISÃO é Escolha, as consequências são frutos das ESCOLHAS.
Filhos(as): Pax et Bonum!
Experimentemos neste mês o sabor de ter atravessado o deserto e conquistado a terra prometida. Partilhando os desafios e as conquistas alcançados no caminho. Celebrando com muita alegria a Páscoa do Senhor que nos trouxe a vida nova, fez uma aliança eterna. Proclamemos com ousadia: Gesù è risorto, alleluia amen! (Jesus Ressuscitou, amém aleluia!), para glória de Deus Pai.
Fazendo memória das mensagens de fevereiro (Fechando os muros) e março (Fechando as portas) aonde vimos que não basta apenas reconstruir os muros, tem-se que fechar as portas e colocar-lhes trancas numa atitude de constante vigilância, queremos neste mês transbordar de alegria pela vitória da vida sobre a morte, ela a morte, não tem mais a última palavra. Cristo vive é o Senhor! Feliz Páscoa.
Cordeiro de Deus
Nos capítulos 12 e 13 do livro de Êxodo, Deus ordena a instituição da primeira Páscoa. Os Israelitas estavam no Egito, escravizados por faraó. Deus tinha um plano para libertá-los. Por isso, instruiu a Moisés para que todo o povo se reunisse na noite em que o anjo da morte haveria de passar pelo Egito, ceifando a vida de todo primogênito. Essa seria a 10ª praga, (Exo 11, 1-10).
A morte não alcançaria Israel, porém, precisariam cumprir as ordens Divinas: Toda família israelita, deveria matar um cordeiro, imaculado e pôr o sangue nas ombreiras e nas vergas das portas. O sangue do cordeiro era garantia de vida. E assim, protegidos em suas casas, marcadas com sangue, a morte "passaria por cima" deles. É isso que a palavra Páscoa significa: "Passar por cima, passagem".
“O sangue sobre as casas em que habitais vos servirá de sinal (de proteção): vendo o sangue, passarei adiante (por cima) e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando eu ferir o Egito” (Exo 12,13).
Na noite em que morreram os primogênitos, houve salvação, libertação para Moisés e seu povo. A Páscoa, portanto, passou a ser sinônimo de nova vida.
Cerca de 1500 anos mais tarde, a Páscoa teria uma comemoração diferente, porém, com o mesmo significado. Deus providencia um Cordeiro, sem mácula, sem pecado, para ser sacrificado em favor de toda humanidade. Àqueles que estivessem sob a cobertura do sangue do Cordeiro, não provariam da morte e do fogo eterno.
O Cordeiro É Jesus Cristo. Ele foi sacrificado na mesma semana em que todo Israel comemorava a Páscoa - 14º dia do mês de Nisã - Ele representa o sacrifício eterno e definitivo que libertaria o homem do "Egito" (morte eterna, pecado) e do jugo pesado de "Faraó" (Satanás e seus demônios).
“Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia” (Heb 10, 9).
“Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus” (Heb 10, 12).
A segunda Páscoa, portanto, estabelece uma nova aliança, em que a vida eterna é concedida aos que crêem no "Cordeiro Pascal" e em seu sacrifício eterno que, ali, na cruz, purificou o homem de todo o pecado.
"No dia seguinte, João viu Jesus que vinha a ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).
Jesus É a Páscoa. Seu sangue garantiu-nos perdão, libertação. A morte "passa por cima" daqueles que deixam o senhorio de "faraó" e rumam à terra prometida tendo Cristo Jesus como Senhor.
“Combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Aqueles que estão com Ele são os chamados, os escolhidos, os fiéis” (Apo 17, 14).
A partir do acontecimento da Páscoa em nossa vida apressemos a vinda Gloriosa do Messias que está assentado à direita do Pai, onde Ele “traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores! (Apo 19, 16).
A Páscoa só acontecerá em nossa vida na medida em que obedecermos à ordem do Senhor (o povo de Deus no Egito foi obediente e deixou a marca do sangue do cordeiro em sua porta, não foi atingido pela morte), assim, colocando-nos diante da misericordiosa bondade do Senhor, deixando ser lavado pelo Seu sangue Redentor continuemo-nos na FENDA DA ROCHA.
Só herdará a terra prometida àqueles que não desistirem enquanto estiverem no deserto. Mas superando a aridez por ele imposta, confiarem naqueles guias o Senhor colocou-os para conduzi-los.
É preciso resistir a toda tentação que o caminho impõe. Renunciar o que pode servir de desvio desse caminho, dizer não a tudo quanto faz-nos afastar da terra prometida.
Pax et Bonum!
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