terça-feira, 6 de abril de 2010
Mensagem Abril/2010
DECISÃO é Escolha, as consequências são frutos das ESCOLHAS.
Filhos(as): Pax et Bonum!
Experimentemos neste mês o sabor de ter atravessado o deserto e conquistado a terra prometida. Partilhando os desafios e as conquistas alcançados no caminho. Celebrando com muita alegria a Páscoa do Senhor que nos trouxe a vida nova, fez uma aliança eterna. Proclamemos com ousadia: Gesù è risorto, alleluia amen! (Jesus Ressuscitou, amém aleluia!), para glória de Deus Pai.
Fazendo memória das mensagens de fevereiro (Fechando os muros) e março (Fechando as portas) aonde vimos que não basta apenas reconstruir os muros, tem-se que fechar as portas e colocar-lhes trancas numa atitude de constante vigilância, queremos neste mês transbordar de alegria pela vitória da vida sobre a morte, ela a morte, não tem mais a última palavra. Cristo vive é o Senhor! Feliz Páscoa.
Cordeiro de Deus
Nos capítulos 12 e 13 do livro de Êxodo, Deus ordena a instituição da primeira Páscoa. Os Israelitas estavam no Egito, escravizados por faraó. Deus tinha um plano para libertá-los. Por isso, instruiu a Moisés para que todo o povo se reunisse na noite em que o anjo da morte haveria de passar pelo Egito, ceifando a vida de todo primogênito. Essa seria a 10ª praga, (Exo 11, 1-10).
A morte não alcançaria Israel, porém, precisariam cumprir as ordens Divinas: Toda família israelita, deveria matar um cordeiro, imaculado e pôr o sangue nas ombreiras e nas vergas das portas. O sangue do cordeiro era garantia de vida. E assim, protegidos em suas casas, marcadas com sangue, a morte "passaria por cima" deles. É isso que a palavra Páscoa significa: "Passar por cima, passagem".
“O sangue sobre as casas em que habitais vos servirá de sinal (de proteção): vendo o sangue, passarei adiante (por cima) e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando eu ferir o Egito” (Exo 12,13).
Na noite em que morreram os primogênitos, houve salvação, libertação para Moisés e seu povo. A Páscoa, portanto, passou a ser sinônimo de nova vida.
Cerca de 1500 anos mais tarde, a Páscoa teria uma comemoração diferente, porém, com o mesmo significado. Deus providencia um Cordeiro, sem mácula, sem pecado, para ser sacrificado em favor de toda humanidade. Àqueles que estivessem sob a cobertura do sangue do Cordeiro, não provariam da morte e do fogo eterno.
O Cordeiro É Jesus Cristo. Ele foi sacrificado na mesma semana em que todo Israel comemorava a Páscoa - 14º dia do mês de Nisã - Ele representa o sacrifício eterno e definitivo que libertaria o homem do "Egito" (morte eterna, pecado) e do jugo pesado de "Faraó" (Satanás e seus demônios).
“Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia” (Heb 10, 9).
“Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus” (Heb 10, 12).
A segunda Páscoa, portanto, estabelece uma nova aliança, em que a vida eterna é concedida aos que crêem no "Cordeiro Pascal" e em seu sacrifício eterno que, ali, na cruz, purificou o homem de todo o pecado.
"No dia seguinte, João viu Jesus que vinha a ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).
Jesus É a Páscoa. Seu sangue garantiu-nos perdão, libertação. A morte "passa por cima" daqueles que deixam o senhorio de "faraó" e rumam à terra prometida tendo Cristo Jesus como Senhor.
“Combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Aqueles que estão com Ele são os chamados, os escolhidos, os fiéis” (Apo 17, 14).
A partir do acontecimento da Páscoa em nossa vida apressemos a vinda Gloriosa do Messias que está assentado à direita do Pai, onde Ele “traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores! (Apo 19, 16).
A Páscoa só acontecerá em nossa vida na medida em que obedecermos à ordem do Senhor (o povo de Deus no Egito foi obediente e deixou a marca do sangue do cordeiro em sua porta, não foi atingido pela morte), assim, colocando-nos diante da misericordiosa bondade do Senhor, deixando ser lavado pelo Seu sangue Redentor continuemo-nos na FENDA DA ROCHA.
Só herdará a terra prometida àqueles que não desistirem enquanto estiverem no deserto. Mas superando a aridez por ele imposta, confiarem naqueles guias o Senhor colocou-os para conduzi-los.
É preciso resistir a toda tentação que o caminho impõe. Renunciar o que pode servir de desvio desse caminho, dizer não a tudo quanto faz-nos afastar da terra prometida.
DECISÃO é Escolha, as consequências são frutos das ESCOLHAS.
Filhos(as): Pax et Bonum!
Experimentemos neste mês o sabor de ter atravessado o deserto e conquistado a terra prometida. Partilhando os desafios e as conquistas alcançados no caminho. Celebrando com muita alegria a Páscoa do Senhor que nos trouxe a vida nova, fez uma aliança eterna. Proclamemos com ousadia: Gesù è risorto, alleluia amen! (Jesus Ressuscitou, amém aleluia!), para glória de Deus Pai.
Fazendo memória das mensagens de fevereiro (Fechando os muros) e março (Fechando as portas) aonde vimos que não basta apenas reconstruir os muros, tem-se que fechar as portas e colocar-lhes trancas numa atitude de constante vigilância, queremos neste mês transbordar de alegria pela vitória da vida sobre a morte, ela a morte, não tem mais a última palavra. Cristo vive é o Senhor! Feliz Páscoa.
Cordeiro de Deus
Nos capítulos 12 e 13 do livro de Êxodo, Deus ordena a instituição da primeira Páscoa. Os Israelitas estavam no Egito, escravizados por faraó. Deus tinha um plano para libertá-los. Por isso, instruiu a Moisés para que todo o povo se reunisse na noite em que o anjo da morte haveria de passar pelo Egito, ceifando a vida de todo primogênito. Essa seria a 10ª praga, (Exo 11, 1-10).
A morte não alcançaria Israel, porém, precisariam cumprir as ordens Divinas: Toda família israelita, deveria matar um cordeiro, imaculado e pôr o sangue nas ombreiras e nas vergas das portas. O sangue do cordeiro era garantia de vida. E assim, protegidos em suas casas, marcadas com sangue, a morte "passaria por cima" deles. É isso que a palavra Páscoa significa: "Passar por cima, passagem".
“O sangue sobre as casas em que habitais vos servirá de sinal (de proteção): vendo o sangue, passarei adiante (por cima) e não sereis atingidos pelo flagelo destruidor, quando eu ferir o Egito” (Exo 12,13).
Na noite em que morreram os primogênitos, houve salvação, libertação para Moisés e seu povo. A Páscoa, portanto, passou a ser sinônimo de nova vida.
Cerca de 1500 anos mais tarde, a Páscoa teria uma comemoração diferente, porém, com o mesmo significado. Deus providencia um Cordeiro, sem mácula, sem pecado, para ser sacrificado em favor de toda humanidade. Àqueles que estivessem sob a cobertura do sangue do Cordeiro, não provariam da morte e do fogo eterno.
O Cordeiro É Jesus Cristo. Ele foi sacrificado na mesma semana em que todo Israel comemorava a Páscoa - 14º dia do mês de Nisã - Ele representa o sacrifício eterno e definitivo que libertaria o homem do "Egito" (morte eterna, pecado) e do jugo pesado de "Faraó" (Satanás e seus demônios).
“Em seguida, ajuntou: Eis que venho para fazer a tua vontade. Assim, aboliu o antigo regime e estabeleceu uma nova economia” (Heb 10, 9).
“Cristo ofereceu pelos pecados um único sacrifício e logo em seguida tomou lugar para sempre à direita de Deus” (Heb 10, 12).
A segunda Páscoa, portanto, estabelece uma nova aliança, em que a vida eterna é concedida aos que crêem no "Cordeiro Pascal" e em seu sacrifício eterno que, ali, na cruz, purificou o homem de todo o pecado.
"No dia seguinte, João viu Jesus que vinha a ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).
Jesus É a Páscoa. Seu sangue garantiu-nos perdão, libertação. A morte "passa por cima" daqueles que deixam o senhorio de "faraó" e rumam à terra prometida tendo Cristo Jesus como Senhor.
“Combaterão contra o Cordeiro, mas o Cordeiro os vencerá, porque é Senhor dos senhores e Rei dos reis. Aqueles que estão com Ele são os chamados, os escolhidos, os fiéis” (Apo 17, 14).
A partir do acontecimento da Páscoa em nossa vida apressemos a vinda Gloriosa do Messias que está assentado à direita do Pai, onde Ele “traz escrito no manto e na coxa: Rei dos reis e Senhor dos senhores! (Apo 19, 16).
A Páscoa só acontecerá em nossa vida na medida em que obedecermos à ordem do Senhor (o povo de Deus no Egito foi obediente e deixou a marca do sangue do cordeiro em sua porta, não foi atingido pela morte), assim, colocando-nos diante da misericordiosa bondade do Senhor, deixando ser lavado pelo Seu sangue Redentor continuemo-nos na FENDA DA ROCHA.
Só herdará a terra prometida àqueles que não desistirem enquanto estiverem no deserto. Mas superando a aridez por ele imposta, confiarem naqueles guias o Senhor colocou-os para conduzi-los.
É preciso resistir a toda tentação que o caminho impõe. Renunciar o que pode servir de desvio desse caminho, dizer não a tudo quanto faz-nos afastar da terra prometida.
Pax et Bonum!
sábado, 5 de dezembro de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
ENTRE LINHAS Escrito em: 28/05/2009 – 13:30
Descalços, pés calejados: um andarilho.
Por caminhos difíceis
Pedras causam feridas nos seus calcanhares e plantas dos pés.
Deu uma pausa,
Procurou uma arvore que oferecesse uma boa sombra.
Cuidou das feridas, encontro alguém que lhe ofereceu calçados.
Prosseguiu o caminho sem destino.
Errante, desviando aqui e ali, segue.
Sem ninguém pra conversar
Procura perguntar a si mesmo
E a si mesmo responde:
O que farei na próxima parada?
Encontrarei meus amigos e juntos, planejaremos o que fazer hoje à noite! Vamos encontra umas garotas e combinarmos um cineminha.
Onde hoje reclinarei a cabeça?
No meu quarto, no andar de cima, em minha cama com colchão de molas super confortável! Mas antes curtirei um filme para inaugurar o DVD que ganhei de meus pais.
O que comerei no almoço?
Aquela picanha Argentina que comprei semana passada. Reunirei toda família no espaçoso quintal de minha enorme casa para festejar meu aniversário, hoje completo...
Descalços, pés calejados, fartura, bens... Andarilhos, Eu e Você.
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